Medicare para Todos: Vamos aos Números!

Estou cada vez mais convencido de que precisamos desenvolver uma agenda de cuidados mais ampla, e a assistência à saúde é obviamente central.

Nós queremos isso, podemos pagar e é custo-efetivo. Uma pesquisa Reuters-Ipsos em agosto constatou que 85 % dos democratas e 52 % dos republicanos apoiam o sistema de saúde de pagador único apelidado de “Medicare for All”. Em parte como resultado, o mercado de opositores e céticos está em alta. Um estudo do Mercatus Center, de orientação libertária, na George Mason University, declarou o conceito economicamente impraticável. Um artigo mais ponderado no New York Times reclamou da necessidade de mais detalhes.

Ambas as objeções são habilmente enfrentadas e superadas pelos números detalhados de um novo estudo publicado por uma equipe do Political Economy Research Institute, da UMass Amherst, liderada por Robert Pollin, que você pode encontrar aqui. Transparência total: tenho orgulho de reconhecer os autores como meus colegas. O relatório está recebendo cobertura da mídia, mas é difícil fazer com que repórteres da grande imprensa prestem muita atenção à análise econômica, especialmente quando ela vai contra suas convicções prévias. Portanto, confira e encaminhe os links a quem possa se interessar. Em geral, evitei questões de assistência à saúde neste blog, porque são complicadas e não tenho muita expertise na área. Mas estou cada vez mais convencido de que precisamos desenvolver uma agenda de cuidados mais ampla, e a assistência à saúde é obviamente central. Vamos começar a pensar em maneiras de articular tudo isso.

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