{"id":5362,"date":"2023-11-17T22:50:06","date_gmt":"2023-11-17T22:50:06","guid":{"rendered":"https:\/\/revcaredev.wpenginepowered.com\/familia-ou-chefe-narrativas-de-intercambio-cultural-e-implementacao-de-nova-lei-no-programa-de-au-pair-nos-eua\/"},"modified":"2026-09-10T19:56:31","modified_gmt":"2026-09-10T19:56:31","slug":"familia-ou-chefe-narrativas-de-intercambio-cultural-e-implementacao-de-nova-lei-no-programa-de-au-pair-nos-eua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/familia-ou-chefe-narrativas-de-intercambio-cultural-e-implementacao-de-nova-lei-no-programa-de-au-pair-nos-eua\/","title":{"rendered":"\u201cFam\u00edlia ou Chefe?\u201d Narrativas de interc\u00e2mbio cultural e implementa\u00e7\u00e3o de nova lei no programa de au pair nos EUA"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sentada em um caf\u00e9, fiz uma pergunta de acompanhamento a Tereza, uma <a href=\"https:\/\/j1visa.state.gov\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Au-Pair-Flyer-2022.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">au pair do Brasil<\/a> de 26 anos, sobre as rea\u00e7\u00f5es de sua empregadora \u00e0 recente categoriza\u00e7\u00e3o legal das au pairs como trabalhadoras dom\u00e9sticas em Massachusetts, ou a <a href=\"https:\/\/www.mass.gov\/info-details\/domestic-workers#:~:text=Domestic%20workers%20have%20the%20right,to%20working%20and%20living%20conditions.\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Domestic Workers Bill of Rights<\/a>. Tereza me disse: <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAh, ela n\u00e3o ficou feliz. Obviamente, n\u00e9? Ela argumentou que n\u00f3s n\u00e3o \u00e9ramos trabalhadoras. \u00c9ramos estudantes de interc\u00e2mbio. Sim, ela disse isso    <a> <\/a>que isso s\u00f3 prejudicaria as au pairs porque haveria menos fam\u00edlias [no programa]. Mas, em nenhum momento, ela disse [&#8230;] que a decis\u00e3o dela [de cortar minhas horas] tinha a ver com dinheiro. Na verdade, ela <em>n\u00e3o disse nada<\/em>; ela simplesmente parou de me colocar para trabalhar. E foi isso. Voc\u00ea entende? Mas ela n\u00e3o ficou feliz, n\u00e3o! Tanto que eles [a fam\u00edlia anfitri\u00e3] <a href=\"https:\/\/www.masslive.com\/news\/2020\/01\/after-court-ruling-au-pair-host-families-struggle-to-comply-with-wage-and-worker-protection-rules.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">sa\u00edram do programa<\/a>.\u201d      <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tereza morou com sua fam\u00edlia por cinco meses antes de a lei ser introduzida e, como trabalhadora flex\u00edvel, cuidava de uma crian\u00e7a pequena 45 horas por semana, incluindo fins de semana e feriados, por 195,75 $ mais moradia e alimenta\u00e7\u00e3o. As experi\u00eancias de Tereza com sua fam\u00edlia anfitri\u00e3 s\u00e3o moldadas por como <a href=\"https:\/\/revaluingcare.org\/guestworkers-or-culture-ambassadors-the-us-au-pair-program\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">narrativas culturais e familiares<\/a> s\u00e3o disseminadas pela organiza\u00e7\u00e3o de au pair. <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Minha pesquisa busca compreender como: 1) a estrutura formal da institui\u00e7\u00e3o au pair, especialmente a equipe das ag\u00eancias, e 2) os discursos de perten\u00e7a \u00e0 fam\u00edlia e de \u201cinterc\u00e2mbio cultural\u201d impactam as vulnerabilidades das au pairs quando uma nova lei \u00e9 implementada, dada a privacidade do trabalho dom\u00e9stico. Ela se baseia em entrevistas com vinte e quatro au pairs em Massachusetts que vivenciaram em primeira m\u00e3o a aplica\u00e7\u00e3o da Domestic Workers Bill of Rights no fim de 2019 ou chegaram ap\u00f3s a lei entrar em vigor.   <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Derivado do franc\u00eas, \u201cau pair\u201d significa \u201cem p\u00e9 de igualdade\u201d ou equivalente, indicando que a rela\u00e7\u00e3o empregador-empregada de cuidado infantil no domic\u00edlio deveria espelhar uma perten\u00e7a \u00e0 fam\u00edlia. Formalmente institu\u00eddo nos EUA no in\u00edcio dos anos 1990, o programa tem oferecido alternativas de baixo custo e flex\u00edveis para americanos que buscam cuidado infantil. Os efeitos da escassez de incentivos do governo dos EUA para cuidado infantil acess\u00edvel e o crescente n\u00famero de lares com dois provedores de renda levaram v\u00e1rias fam\u00edlias a recorrer ao programa de au pair como m\u00e3o de obra, e n\u00e3o como interc\u00e2mbio cultural.  <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cerca de <a href=\"https:\/\/j1visa.state.gov\/programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">22.000 jovens adultos estrangeiros<\/a>, principalmente mulheres, s\u00e3o colocados anualmente com uma fam\u00edlia anfitri\u00e3 por meio do programa de au pair. O processo de candidatura come\u00e7a no pa\u00eds de origem, onde ag\u00eancias locais de turismo vendem o \u201cinterc\u00e2mbio cultural\u201d e a experi\u00eancia familiar a potenciais au pairs, ao mesmo tempo em que obscurecem as exig\u00eancias de trabalho do programa. Ap\u00f3s o pareamento com fam\u00edlias anfitri\u00e3s, as au pairs viajam para os EUA e se encontram com a equipe da ag\u00eancia, os Local Community Coordinators (LCCs), que criam uma experi\u00eancia cultural e educacional para as au pairs e, sobretudo, mediam a rela\u00e7\u00e3o entre au pairs e fam\u00edlias anfitri\u00e3s. Esses profissionais s\u00e3o respons\u00e1veis por disseminar as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias sobre as regras e regulamentos do programa e por resolver problemas, inclusive realocando-as em uma nova fam\u00edlia quando a primeira coloca\u00e7\u00e3o n\u00e3o d\u00e1 certo.   <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando Massachusetts reconheceu as au pairs sob sua Domestic Workers Bill of Rights em dezembro de 2019, os efeitos redesenharam essas din\u00e2micas. A rep\u00f3rter do <em>New York Times<\/em> <a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2020\/01\/08\/us\/au-pair-massachusetts-ruling.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kate Taylor<\/a> explica que \u201cv\u00e1rios pais [fam\u00edlias anfitri\u00e3s] disseram que a decis\u00e3o distorceu fundamentalmente a natureza do programa de au pair, que foi concebido como um interc\u00e2mbio cultural, permitindo que jovens dessem continuidade aos estudos enquanto vivenciavam o cotidiano em uma fam\u00edlia americana.\u201d Esses argumentos refletem a posi\u00e7\u00e3o amb\u00edgua da au pair, caracterizada como membro da fam\u00edlia, estudante de interc\u00e2mbio cultural e trabalhadora. <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alexandre (28) foi uma das poucas au pairs que entrevistei que se beneficiaram da legisla\u00e7\u00e3o recente, que o protegeu de excesso de trabalho e de remunera\u00e7\u00e3o insuficiente. Ele temia uma realoca\u00e7\u00e3o quando as mudan\u00e7as repentinas ocorreram e ofereceu \u00e0 fam\u00edlia anfitri\u00e3 um acordo salarial \u2014 200 $ por 35\u201340 horas. \u201cMinha host mom \u00e9 advogada, ent\u00e3o ela n\u00e3o queria fazer nada ilegal. Ent\u00e3o, ela disse: \u2018Ah, n\u00e3o, eu prefiro te pagar e tal, e n\u00e3o precisamos de voc\u00ea por tantas horas.\u2019\u201d Empregadores que optaram por permanecer no programa reduziram as cargas hor\u00e1rias semanais das au pairs. Ele passou a trabalhar menos horas e continuou ganhando 200 $. Ele afirmou ter uma rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima com sua empregadora e se sentir como um verdadeiro membro da fam\u00edlia.     <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, quando trabalhadoras dom\u00e9sticas s\u00e3o tratadas como parte da fam\u00edlia, as <a href=\"https:\/\/www.ucpress.edu\/book\/9780520251717\/domestica\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">fronteiras entre trabalho pago e n\u00e3o pago ficam borradas<\/a>, e as trabalhadoras podem se sentir obrigadas a prestar favores n\u00e3o remunerados normalmente esperados de membros t\u00edpicos da fam\u00edlia. Cecilia (25), ao explicar o car\u00e1ter de sua rela\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia anfitri\u00e3, afirmou: \u201cEra fam\u00edlia.\u201d Os empregadores garantiram que n\u00e3o haveria realoca\u00e7\u00e3o, e os la\u00e7os familiares enfatizados pelo programa foram usados para negociar o novo sal\u00e1rio de Cecilia. Os empregadores ofereceram a Cecilia 300 $ por 36 horas semanais de cuidado infantil, em compara\u00e7\u00e3o com o sal\u00e1rio m\u00ednimo de Massachusetts de 12,75 $ em 2020, afirmando que n\u00e3o descontariam os 77 $ de moradia e alimenta\u00e7\u00e3o exigidos pela nova lei. Devido \u00e0 falta de informa\u00e7\u00f5es claras sobre seus direitos por parte da equipe da ag\u00eancia e ao medo dos rumores de fam\u00edlias abandonando o programa, algumas au pairs se sentiram pressionadas a aceitar os termos dos empregadores, especialmente quando tinham v\u00ednculos fortes com a fam\u00edlia.    <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Natalia (28) descreveu como as mudan\u00e7as na lei revelaram os limites do apoio das ag\u00eancias de au pair e como ela precisou recorrer a colegas para aprender sobre as novas regulamenta\u00e7\u00f5es. Nas palavras dela, a LCC \u201cn\u00e3o falou porra nenhuma\u201d. Todas as informa\u00e7\u00f5es que ela obteve vieram de grupos de au pair no Facebook e de amigas au pairs. Como outras, Natalia relatou ter tentado entrar em contato com sua LCC sem sucesso para entender como as mudan\u00e7as afetariam as au pairs. Elas explicaram que suas LCCs n\u00e3o estavam dispon\u00edveis para ajudar ou forneciam informa\u00e7\u00f5es vagas.    <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Meus achados iniciais sugerem que as narrativas de perten\u00e7a \u00e0 fam\u00edlia e de \u201cinterc\u00e2mbio cultural\u201d exp\u00f5em as au pairs a vulnerabilidades e at\u00e9 a abusos por parte de seus empregadores. Tamb\u00e9m constato que alguns empregadores (re)interpretam leis de forma equivocada e que muitas au pairs est\u00e3o (des)informadas sobre seus direitos. As ag\u00eancias n\u00e3o informam de maneira consistente as au pairs sobre as novas prote\u00e7\u00f5es, o que as deixa \u00e0 merc\u00ea da interpreta\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o da lei por parte dos empregadores. Essas din\u00e2micas t\u00eam dificultado que as au pairs <a href=\"https:\/\/www.wgbh.org\/news\/local\/2023-01-12\/most-domestic-workers-in-massachusetts-dont-know-theres-a-law-protecting-them\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">reivindiquem seus direitos<\/a> sob a nova lei.   <\/p>\n\n<div style=\"height:41px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Artigo de <\/strong><a href=\"https:\/\/www.umass.edu\/sociology\/users\/gfigueredo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Grazielle Valentim<\/strong><\/a><\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Bio: <\/strong>Grazielle Valentim \u00e9 p\u00f3s-graduanda e est\u00e1 cursando doutorado em Sociologia na University of Massachusetts, Amherst, e \u00e9 bolsista do National Science Foundation Graduate Research Fellowship. Seus interesses de pesquisa se concentram em imigra\u00e7\u00e3o e direitos trabalhistas, fam\u00edlia, g\u00eanero e trabalho de cuidado. Seu trabalho explora como o Departamento de Estado, as ag\u00eancias de au pair patrocinadas e estados como Massachusetts aplicam leis \u00e0s au pairs, dado que o programa \u00e9 reconhecido como \u201cinterc\u00e2mbio cultural\u201d, e n\u00e3o como trabalho migrante. Ela investiga as experi\u00eancias contrastantes de au pairs mulheres e homens, bem como as experi\u00eancias de pais anfitri\u00f5es \u2014 empregadores \u2014, considerando diferentes forma\u00e7\u00f5es familiares pela lente de g\u00eanero, sexualidade, classe, trabalho e fam\u00edlia.     <\/em><\/p>\n\n<div style=\"height:41px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Foto do colaborador da Shutterstock Krakenimages.com<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo com novas prote\u00e7\u00f5es trabalhistas em vigor, as au pairs em Massachusetts ainda se veem vulner\u00e1veis devido \u00e0 falta de supervis\u00e3o das ag\u00eancias e \u00e0 \u00eanfase do programa na perten\u00e7a \u00e0 fam\u00edlia e no \u201cinterc\u00e2mbio cultural\u201d.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":5364,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_relevanssi_hide_post":"","_relevanssi_hide_content":"","_relevanssi_pin_for_all":"","_relevanssi_pin_keywords":"","_relevanssi_unpin_keywords":"","_relevanssi_related_keywords":"","_relevanssi_related_include_ids":"","_relevanssi_related_exclude_ids":"","_relevanssi_related_no_append":"","_relevanssi_related_not_related":"","_relevanssi_related_posts":"","_relevanssi_noindex_reason":"","_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[395],"tags":[383,339],"authors":[489],"class_list":["post-5362","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog-de-documentos-de-trabalho","tag-migracao","tag-trabalho","authors-grazielle-valentim"],"acf":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1.jpg",1500,884,false],"thumbnail":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1-300x177.jpg",300,177,true],"medium_large":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1-768x453.jpg",768,453,true],"large":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1-1024x603.jpg",1024,603,true],"1536x1536":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1.jpg",1500,884,false],"2048x2048":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1.jpg",1500,884,false],"featured-card":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1-900x450.jpg",900,450,true],"card":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1-500x280.jpg",500,280,true],"profile":["https:\/\/revaluingcare.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/We-Need-a1-160x160.jpg",160,160,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"rcge-admin","author_link":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/author\/rcge-admin\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Mesmo com novas prote\u00e7\u00f5es trabalhistas em vigor, as au pairs em Massachusetts ainda se veem vulner\u00e1veis devido \u00e0 falta de supervis\u00e3o das ag\u00eancias e \u00e0 \u00eanfase do programa na perten\u00e7a \u00e0 fam\u00edlia e no \u201cinterc\u00e2mbio cultural\u201d.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5362","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5362"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5362\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5364"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5362"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5362"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5362"},{"taxonomy":"authors","embeddable":true,"href":"https:\/\/revaluingcare.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/authors?post=5362"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}